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Desbloqueio grátis de aparelho celular é um direito seu!

Lembra do tempo em que agente precisava e era obrigado a usar somente um chip no celular, pois todos os aparelhos, além de serem bloqueados, não funcionavam ou eram incompatíveis em operadoras diferentes? Pois bem, agora você já pode desbloquear o seu aparelho e usar qual serviço/operadora você bem entender.

Quando vim para São Paulo no início do ano trouxe meu celular recém comprado em Florianópolis, usava os serviços da BRTelecom e como em SP a empresa não atuava, precisei desbloquear o aparelho e assim não precisei comprar outro. Geralmente os lugares que estão fazendo o serviço de desbloqueio aqui em SP cobram uma taxa de serviço, que agora você não precisará mais pagar, basta se dirigir a um posto da Oi aqui em Sampa portando a nota fiscal do aparelho, simples assim.

As vantagens de se ter um aparelho desbloqueado são inúmeras, trocar de chip quando estiver em outra cidade/estado, se acabar a bateria do seu celular é só pegar o aparelho de um amigo e usar seu chip, liberdade de escolha da melhor operadora. Acesse Portal Oi e veja onde encontrar os quiosques.

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Helton Kuhnen, catarinense, mora em São Paulo. Profissional de TI, é um dos sócios da rede de blogs Hitech Live Blogs e da rede Brogui Blogs. Mantém um blog pessoal e responde pelas novidades tecnológicas do Hitehlive.

Duplas dinâmicas (parte 2)

No segundo episódio da série sobre duetos masculinos, os convidados são Bent, cujas músicas são recheadas de samples, e Zero 7, dupla que prefere deixar um pouco de lado os apetrechos eletrônicos e se concentrar mais nos instrumentos.

Bent – Intercept! (2007)

Neil “Nail” Tolliday e Simon Mills têm uma personalidade peculiar em suas músicas. Tanto o primeiro álbum “Downloaded For Love” como o segundo, “Programmed To Love”, a brincadeira com tantos samples é constante, seja uma história sobre macacos no paraíso ou seja um trecho de música do Jerry Lee Lewis (essa música, por sinal, termina curiosamente com um despertador). Os elementos eletrônicos nada convencionais oferecem às canções um pano de fundo engraçado - isso quando elas não são instrumentais, o que as deixam ainda mais incomuns.

Em “Intercept!” Bent não é diferente, se não fosse pelo fato de ter uma sonoridade um pouco mais pop. É verdade que eles nunca cantaram em suas próprias músicas, tanto que sempre pediram a cortesia de mulheres - uma delas é a vocalista do Kosheen, presente em algumas faixas do disco anterior, “Ariels”. Chegando aqui, você é surpreendido com a voz descolada de um tal de Simon Lord e um som mais voltado para a febre disco dos anos 70 – influência que já dá para notar desde o início da carreira da dupla. Eles acabaram de comemorar dez anos juntos e, para presentear seus fãs, fizeram um DJ set especial. Quem sabe não sai um disco do forno para celebrar o décimo aniversário de Bent.

Zero 7 - The Garden (2006)

Meu primeiro contato com Zero 7 foi nas prateleiras das lojas de CD. Por incrível que pareça – ou talvez por causa da tendência das pessoas em gostar de lounge music -, eu sempre via o primeiro disco da dupla “Simple Things” no meio das coletâneas do Café Del Mar. O título do álbum traduz o trabalho de Henry Binns e Sam Hardaker: coisas simples. A simplicidade com que eles produzem suas canções transmite serenidade, mesmo que as letras falem um pouco sobre saudades de casa e corridas contra o tempo para recuperar momentos perdidos.

E entre um acorde de violão e outro de violino, as batidas eletrônicas seguem quase despercebidas, enquanto Sophie Barker e Sia Furler revezam em suas cantorias – cada uma no seu tom particular de voz. Uma trilha sonora ideal para se ouvir no rádio do carro e esquecer do trânsito caótico da cidade (pelo menos para quem mora nas metrópoles). Em “The Garden” eu senti falta da identidade do dueto. Sia continuou com seu jeito extravagante de cantar, além da participação especial e passageira de José Gonzalez. Contudo, os trompetes, os trombones e os saxofones não foram suficientes para me convencer de que esse foi o melhor trabalho de Zero 7.

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José Luiz Brandão, paulistano. Formado em administração em marketing, trabalha com a área em hotéis, mas sua verdadeira paixão é descobrir novos mundos na música. Editor do blog Zé Offline: Parodiando o mundo online e co-editor do blog de marketing Jaca Carambola.

Quem paga a conta da conta da violência?

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,12012617-EX,00.jpg

Passei o dia pensando numa notícia que a Simone Zelner me mandou por e-mail. O estado do Paraná considera aplicar um toque de recolher nos bares, obrigando-os a fechar as portas após as 22h. Associações de bares e restaurantes, que já contabilizavam prejuízos com a lei seca, agora afirmam que pagam esta nova conta.

A reportagem de João Natal Bertotti e Adriana Czelusniak conta que “16 cidades da região metropolitana de Curitiba e outras do interior já adotaram o toque de recolher, fechando mais cedo bares, lanchonetes e pontos comerciais similares. Esse é o caso de Colombo (22 horas); Almirante Tamandaré, Fazenda Rio Grande e São José dos Pinhais (23 horas); Araucária (24 horas), entre outras. A idéia veio da cidade de Diadema (SP), que reduziu praticamente pela metade seus índices de criminalidade, especialmente homicídios dolosos, fechando mais cedo esse tipo de comércio.”

Tenho primos que moram em Diadema e já fui em festas de aniversário da família por lá. É apenas diferente: precisamos chegar cedo, porque a festa (com bebida liberada e restaurante aberto) também acaba cedo. Tudo o mais é diversão como em qualquer outro local. Arrisco-me a dizer que é mais intensa, porque esta sensação de tempo contado, de proibição, sempre deixam as coisas mais atraentes e emocionantes.

Não vejo bar como sinônimo de violência, mas não posso dizer que discordo da proposta do Ministério Público Estadual e do governo do estado do Paraná. Mesmo sem adesão e unanimidade, o governo - que atualmente no Paraná parece ser bastante impositivo - pretende estender a lei seca para os botecos de todo o estado.

Dentre os argumentos, estão a queda de 60% no número de homicídios em Fazenda Rio Grande (cidade da Grande Curitiba onde vigora a lei seca para bares) e estatísticas da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) que dão conta de que 36% dos crimes contra a vida ocorrem próximo ou dentro dos bares.

O jornal conta que o procurador-geral de Justiça, Olympio Sotto Maior, afirma que o objetivo é diminuir a criminalidade e a sociedade é favorável à ação, como comprovam os números positivos da lei seca no trânsito. Sotto Maior diz ainda que o Supremo Tribunal Federal já se manifestou sobre a constitucionalidade de leis municipais nesse sentido.

Não deixo de me perguntar se uma proposta assim ganha força nacional e chega a cidades como o Rio e São Paulo! Veríamos uma reação da sociedade civil ou nos ajustaríamos à novidade?

P.S. Dois trabalhos científicos sobre álcool e drogas mostram a relação entre o uso do álcool e a violência:  “Uso de Álcool por Vítimas de Homicídio no Município de São Paulo”, do pesquisador Gabriel Andreuccetti, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). E o pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Sérgio Duailibi, estudou justamente a cidade de Diadema como relatou em “Políticas municipais relacionadas ao álcool: análise da lei de fechamento de bares e outras estratégias comunitárias em Diadema (SP)”. Alguns detalhes aqui.

Crédito da foto: G1

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Sam Shiraishi, paranaense, mora em São Paulo. Jornalista e editora do blog A vida como a vida quer.

Uma imagem. Uma pergunta

Crédito da imagem original: Jeff Widener.

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Alessandro Martins, curitibano. Jornalista e blogueiro profissional. Editor dos blogs Livros e Afins, Um Investidor Iniciante na Bolsa de Valores, Quero Ter Um Blog, Cracatoa Simplesmente Sumiu, Eu Pratico Yôga.

Moda na web

Ontem fui convencida pela Sam Shiraishi a ir ao LuluzinhaCamp. Já tinha me cadastrado mas não sei o motivo de ter esquecido e resolvi não ir. Mas a Sam me convenceu e eu fui. Foi um evento super legal, bem para mulher, cheio de comprinhas, comidinhas e muitos brindes.

E em uma sala tinha uma pequena “lojinha” com algumas meninas vendendo as suas criações. E foi lá que conheci a Coisas das Dores e Tati Bo. As peças eram muito bonitas, se eu pudesse queria levar todas!! Levei apenas duas faixas da Tati Bo (prometo que coloco no meu blog como usar), mas quero muito ver as próximas criações de ambas, espero que elas me convidem!

E como elas são blogueiras, vendem e utilizam seus blogs para mostrar suas criações, resolvi fazer este post mostrando outras pessoas que utilizam a web para divulgar e vender seu trabalho!! Você pode encontrar muita coisa legal, feita por gente que gosta e entende de moda!

Confira a minha listinha:

Coisas das Dores: Peças delicadas, coisas que nossa avó usaria com toques modernos. Cada peça tem a sua história…

Tati Bo: bijoux lindíssimas feitas em cetim, pedras e com um estilo, como a prórpia diz, para dar um toque diferente ao seu look.

Deise Lima: ela desenha bijoux, roupas e calçados e você pode ver as peças no blog dela e encomendar pela internet. Vale a pena!

Tudo Personalizado: conheci o blog através de um comentário feito no meu blog, e achei as peças bem interessantes. As havaianas estilizadas são lindas!

Vixen Atelier: Também conheci através de um contato feito para o meu blog. E quem faz é a jornalista Fabiana Gigli. Como ela diz, ela adora bolsas e as que ela faz são lindas! As peças são todas produzidas artesanalmente e quase exclusivas, pois há poucas de cada modelo.

Bolsas Carpe Diem: Também são feitas artesanalmente, tudo muito bem cuidado e com muito capricho feito pela Gabryela lá de Santos. Tenho uma bolsa dela e posso dizer que realmente é linda, vale a pena. Conversámos muito há um tempo atrás e ela me disse que tinha vontade de fazer uma linha de lingerie, e quando fui visitar o blog dela, vi que ela já está com uma nova coleção, muito legal! Faz tempo que não falo com ela, gostaria muito de retomar o contato!

Santa Mistura: Não ia deixar de falar da minha amiga Thayza Melo que começou com bijoux (lindíssimas também) e agora, depois de mudar para a Espanha e fazer um curso super legal de moda, ela aperfeiçoou seu estilo e lançou também uma coleção de bolsas. E ela está se saindo bem, já vende lá em Madri. Aqui no Brasil, ela suas bijoux estão numa loja em Curitiba. Além disso, ela escreve sempre no meu blog, trazendo dicas Direto da Espanha!

Se você tiver mais dicas. comente aqui! Indique!

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Renata Ruiz, paulista, mora em São Paulo. Jornalista, professora de Comunicação Social, é editora do blog Moda para Usar, Cozinhando na Web, Mar de Loucos e um blog para seus alunos.